Na União Europeia, é necessário harmonizar os sistemas fiscais dos Estados membros

A decisão da Comissão Europeia Irlanda exigir a recuperação de um montante de mais de 13 mil milhões de euros da corporação Apple, por impostos não pagos no período compreendido entre os anos de 2003 e 2014, que exige uma reflexão séria sobre a diversidade de aplicação o sistema fiscal entre os estados da União Europeia. Na verdade, a possibilidade de aplicar normas diferentes no interior da União, na sequência da não harmonização dos sistemas fiscais de cada país, gerou e gera diferenças significativas nas receitas fiscais relacionados, que criaram uma espécie de concorrência desleal entre os estados que reconhecem a organização em Bruxelas. O primeiro efeito da decisão da Comissão Europeia tem estado a ameaçar, pelo grupo americano, uma diminuição dos investimentos e, consequentemente, o emprego, na Europa: é a ameaça sempre presente, que tem a sensação de chantagem, que é consciente de ter aproveitado os benefícios que tocam a ilegalidade, se visto no contexto interno da União Europeia. Decidir, de fato, para lidar com um mercado que vai muito além do país onde não se instala, apenas para os benefícios fiscais, que contém um comportamento incorreto de princípio, em que não é aceitável para basear a sua prática de negócios. No entanto, neste caso, a Apple é uma empresa americana e seu comportamento é, sem dúvida, influenciado pela legislação norte-americana, que permite a deslocalização de empresas no exterior, a fim de facilitar o sistema fiscal e só em parte através de impostos sobre os lucros da empresa no momento do retorno de capital nos Estados Unidos. O comportamento dos Estados Unidos, que tem base ética muito lábil, busca gerar liquidez do exterior, para criar investimento e da procura no mercado interno dos EUA. Já esta configuração deve ser uma questão de negociação entre Bruxelas e Washington, se não fosse que, na União Europeia, a situação do ponto de vista do imposto parece diferente, fragmentado, comparados entre membros de Bruxelas. Basicamente os EUA explorar esta ainda uma outra divisão dentro da União para permitir que as suas empresas a crescer e prosperar. Mas não é culpa do Washington se há países como a Irlanda, mas não só, que as leis fiscais lagarto tais que eles podem ser configuradas como práticas de concorrência desleal. Além disso, na ausência de regras gerais comuns, Dublin vai optar por recorrer contra a decisão da Comissão de preservar o seu direito de aplicar um tratamento fiscal favorável para as empresas estrangeiras, mas certamente não corrigir a outros membros em Bruxelas. Este fenômeno, que denuncia uma situação de confusão, substancialmente contribui para a má economia europeia, numa altura em que mais uniforme que carecem de uma legislação possível, o que garante uma receita imposto justo, mas também capaz de atrair o investimento estrangeiro necessário para parar a recessão e iniciar a fase de crescimento. Ao contrário desta fragmentação de combustíveis legislação tributária uma espécie de guerra entre os pobres, que favorece a impossibilidade de se chegar a acordos sobre a qual construir a unidade europeia, se não político, pelo menos econômica. A saída da Grã-Bretanha, que tinha uma grande capacidade de atrair capital estrangeiro, graças à força do seu sistema financeiro, é susceptível de agravar a situação na Europa, com uma corrida para preencher o vácuo Inglês, por meio de leis fiscais que podem exasperar actuais diferenças entre países individuais. Neste cenário, Bruxelas tem sido mais notável pela ausência, que ter tomado um papel regulador essencial, que sabe como evitar que alguns estados estão excluídos do possível desenvolvimento do futuro, como resultado da presença de mais e mais sistemas fiscais diferentes. Ele entende que curar esta situação torna-se uma prioridade, se você quiser chegar ao equilíbrio e não de confronto relações entre europeus e manter não conflituosa estados dialéticos e garantindo argumentos concretos para aqueles que são contra a Europa como uma organização supranacional. Para este fim, as ruas estão essencialmente apenas dois; o primeiro é para ser assumida dentro de um regime regulador construído em um contexto de união política, por exemplo, a criação de uma base federal dos Estados Unidos da Europa, uma situação ainda muito longe, em nítido contraste com a necessidade de encontrar uma solução mais rápida possível. O segundo, para encontrar uma lei comum menos restritivo, mas determinada em seus princípios e também ser capaz de aplicar mecanismos de sanção seguras, construídas com base na transposição dos interesses dos estados individuais através da identificação de denominadores comuns e que, ao mesmo tempo, garantir um poder de barganha e Representante para a União Europeia, capaz de garantir aos Estados-Membros, a outros assuntos nacionais e privadas que têm alto poder de barganha. Um resultado positivo neste campo seria um ponto tangível para desenvolver estratégias económicas comuns, os efeitos positivos poderia ser usado para melhorar a situação económica dos cidadãos e das empresas europeias, constituindo, assim, um volante também política das instituições europeias contra o sentido de uma maior integração e mais aceito pelos parceiros sociais.

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